Casos da minha passagem pela indústria automotiva. Contados como aconteceram, não resumidos em uma porcentagem solta.
A Mercedes-Benz reduziu a compra da minha empresa de 100% para 5% da demanda, migrando o foco para outras marcas. Recebi a tarefa de reconstruir essa relação. Descobri que o nosso produto custava 50% mais caro que o da concorrência e que faltava suporte técnico às concessionárias. Corrigi os dois pontos e retomei a negociação em vários níveis do cliente. O share foi de 5% para 30% nos primeiros meses, e chegou a 50% depois de cerca de seis meses de acompanhamento direto.
Falar comigoA unidade operava com processos ociosos e uma política de preços fora da realidade do mercado. Revisei custo por custo, renegociei os preços praticados e cortei o que não tinha retorno. Resultado: mais de 30% de aumento na lucratividade líquida da unidade.
Falar comigoDepois do lançamento do Fiesta e do EcoSport, um rolamento do eixo secundário começou a falhar. A Ford queria que minha empresa arcasse com o custo de um recall. Passei dias em bancada de teste até achar a causa real: a carcaça de alumínio não tinha rigidez suficiente numa região específica, o que deformava o rolamento na montagem. Em vez de redesenhar a peça inteira — caro e lento — propus um inserto em aço só naquele ponto. A solução funcionou, evitou o recall, e minha empresa ainda foi escolhida para fabricar o inserto.
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